terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O verão está aí. Cuidado com suas crianças!

As Férias de Verão é uma época de relaxamento e diversão para as crianças mas também exige cuidados especiais com a saúde e bem estar dos pequenos.
Alimentação, exposição solar, brincadeiras na água e hidratação são algumas questões que merecem atenção redobrada nesta época. Para que as férias de suas crianças sejam marcadas apenas pelos bons momentos, intensifique o zelo e oriente-as para que também aprendam a se cuidar sozinhas. 
Para ajudá-los a prevenir alguns contratempos, abaixo listamos alguns cuidados básicos que podem tornar o verão em família mais divertido, tranquilo e seguro.

Alimentação
Prefira os alimentos naturais e frescos, mas certifique-se que folhas, verduras e legumes foram bem higienizados. Frutas como melancia, melão, abacaxi, manga, laranja, uva e kiwi são uma boa pedida porque contêm alto teor de vitaminas e líquidos.
 Tente evitar produtos industrializados. Nem sempre o processo de preparação, conservação e refrigeração é conhecido, o que pode oferecer riscos à saúde.

Hidratação
Manter o corpo hidratado, especialmente o das crianças, é fundamental no verão para evitar a desidratação. O consumo de água deve ser reforçado, embora não exista uma quantidade extra ideal.
Os pais devem oferecer água e sucos naturais regularmente durante todo o dia, principalmente quando os pequenos estiverem no sol. É importante não esperar que a criança peça água, porque quando ela sente sede, já pode estar desidratada.
Quanto menos idade, maior deve ser o cuidado com a hidratação. Uma das maneiras de avaliar se a criança está precisando de mais água é observar a cor da urina e a frequência com que ela faz xixi. A cor escura e o pouco volume podem ser sinais de falta de ingestão de água.

Proteção solar
Basta um descuido na aplicação do protetor solar para que a pele sensível dos pequenos fique vermelha. 
 Para evitar que seu filho sofra com as ardências ou lesões, não o leve à praia no horário do sol forte (das 10 às 16 horas). Aplique com a palma das mãos e uniformemente o protetor solar com FPS de, no mínimo, 30 a cada duas horas.
Caso a pele seja bem clarinha, é ideal usar um fator 40 ou 50. O produto deve ser reaplicado depois que a criança sair da água ou após suar bastante. Reforce a proteção com roupas claras e fresquinhas, chapéus de abas largas ou bonés.
Bebês com menos de um ano de idade merecem cuidado extra. Devem ser expostos ao sol, no máximo, até as 10hs e ficar pouco por pouco tempo (entre 10 e 15 minutos). Só não se esqueça que debaixo do guarda sol também há incidência dos raios de sol. Portanto, o ideal é levá-los para dentro de casa e sempre com roupas frescas.
Se notar algum destes sintomas (febre, sede intensa, pele seca sem elasticidade, olhos fundos, ausência de lágrimas e moleira baixa), procure um pediatra o quanto antes.
Apesar de serem responsáveis pela metabolização e síntese da vitamina D (vitamina responsável pela fixação do cálcio nos ossos) os raios do sol podem causar danos graves . Se a criança não for bem protegida, olhos e pele podem ser os órgãos mais prejudicados.
A exposição excessiva pode levar a doenças como desidratação, insolação e queimaduras. Se prolongada e sem proteção, pode levar ao câncer de pele ou causar doenças nos olhos como ceratoconjuntivite (síndrome do “olho seco” que provoca ardência e vermelhidão ocular) e catarata.

Brincadeiras na água
Para evitar o risco de acidentes no mar ou na piscina, um adulto sempre deve supervisionar as atividades das crianças. Além de prevenir, a presença constante estreita os laços entre pais e filhos. 
Use boias compatíveis com o peso e a idade. Se os olhos ficarem vermelhos ou ardidos, lave-os com água boricada ou previamente fervida. Se a irritação persistir, procure um médico.
Protetores auriculares são bem vindos para evitar que a água entre no ouvido. Algodões levemente embebidos em óleo também ajudam.

Cansaço no fim do dia 
Com tantas possibilidades para aproveitar o clima ao ar livre, as crianças podem se queixar de cansaço no fim do dia. Para minimizar, dê um banho morno e, se possível, ofereça um banho de banheira para os músculos relaxarem com mais facilidade.

Alimentos frescos, hidratação constante e uma boa noite de sono ajudam os pequenos a recuperarem o fôlego para mais um dia de brincadeiras.


Ah, esqueci de dizer: As dicas são para as crianças mas valem para os adultos também, ok?!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A importância de preservar a magia do Natal na cabeça das crianças



Estudo comprova que a fantasia faz bem para os pequenos
Deixei meu sapatinho
Na janela do quintal
Papai Noel deixou
Meu presente de Natal
Como é que Papai Noel
Não se esquece de ninguém
Seja rico, ou seja pobre
O velhinho sempre vem

Os versos, cantados há décadas, traduzem a magia dessa época. Este universo de fantasia, vivenciado por crianças do mundo todo, é o que perpetua a tradição do personagem mais célebre do Natal: o Papai Noel. E, dizem os especialistas, que acreditar no bom velhinho é supersaudável, pois é nesta fase que as crianças começam a compreender que a fantasia é o primeiro passo para transformar um desejo em realidade.

“Neste momento, os pais exercem um papel muito importante na transição da fantasia e realidade. Cabe a eles deixá-las livre para que elas se sintam seguras nesta mudança”,  afirma o psicólogo Paulo Vaz.
Para a pedagoga Kátia Duarte, que trabalha há 28 anos com crianças, o desenvolvimento infantil saudável passa, necessariamente, por esta fase. Na visão dela, os pais devem incentivar e deixar a imaginação dos pequenos livre. Naturalmente, elas vão percebendo que se trata de uma lenda: “Infelizmente, hoje as crianças estão cada vez mais precoces. Mas, em média, aos seis anos, elas deixam de acreditar, quando têm um entendimento maior da realidade”.

Para a psicóloga Fernanda Farias, é importante falar sobre o Papai Noel e sobre o sentido do Natal para os filhos, e aproveitar para viajar com eles na fantasia: "Levá-las para conhecer o Papai Noel ao vivo, comprar livros e músicas natalinas podem ser boas peripécias", afirma.

Ciência comprova que fantasia faz bem
Um psicólogo da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, conduziu um interessante estudo sobre o tema. No livro The Philosophical Baby: What Children's Minds Tell Us About Love, Truth and the Meaning of Life (ainda sem tradução para o português), o especialista mostra os resultados de testes realizados com 152 crianças de três a quatro anos. Primeiro, eles foram questionados sobre as fantasias que criavam e acreditavam. Em seguida, fizeram alguns testes para saber como entendiam o mundo real. E as crianças que brincavam e acreditavam mais em fantasias se saíam melhor na hora de entender a expectativa dos outros e distinguir a realidade da ilusão.
Segundo ele, as crianças criam imagens nas suas cabeças, pensam em soluções e se tornam mais criativas. Este tipo de pensamento as levariam, ainda, a entender como o mundo funciona, gerando novas ideias.

Como se vê, a fantasia de Natal é saudável não só para nossos corações, mas também para nossas mentes!

Para contar para seu filho
O Papai Noel é um personagem criado no século 9 por Nicolau Taumaturgo que, em sigilo, colocava um saco com moedas de ouro na chaminé das casas dos que estavam precisando de ajuda na época do Natal. Tornou-se santo e símbolo natalino, partiu da Alemanha, onde vivia, até se tornar conhecido por todo o mundo.
Diz a lenda que Papai Noel é um bom velhinho de barba branca e comprida e vestimenta vermelha que mora no Polo Norte. Juntamente com seus assistentes, os duendes, são fabricados presentes para oferecer às crianças que se comportaram e obedeceram os pais durante o ano. Os duendes, além de fabricarem presentes, trabalham também perto de nossas casas, conhecendo o comportamento de cada criança e sua obediência com seus pais e, para isso, percorrem todo o mundo.
Sua figura bonachona, com uma longa barba, botas e roupa vermelha, foi uma criação de um cartunista chamado Thomas Nast, dos Estados Unidos - não, não é por causa da Coca-Cola, como muitos acham. E, claro, ele usa vestimentas pesadas porque, enquanto na América do Sul é verão, na América do Norte é inverno.

Como ele é chamado em outros países?
Santa Claus, Father Christmas, Nikolaus, Julemanden, Babouschka, Pai Natal, Perè Noel, Babbo Natale, Joulupukki, Sinterklaas.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Quando trocar o berço pela cama?


A mudança do berço para a cama pode ser feita em dois momentos. O primeiro é quando o bebê já fica em pé dentro do berço e escala as grades tentando sair. Mesmo que a criança não saia, a mudança deve ser feita por questões de segurança, explica a psicóloga Christine Bruder, diretora do Primetime Child Development.
Até que idade o bebê deve dormir no berço? Acha que seu filho está muito grande e precisa dormir na cama para ficar mais confortável?

Outra situação é quando os bebês de 20 a 24 semanas demonstram interesse em experimentar a cama. “Assim como outras mudanças na rotina da criança, esta deve ser conversada e explicada, a criança deve ser ouvida e a decisão final, como sempre, cabe aos pais”, diz Christine.
A escolha da cama também deve ser feita com cautela. Ela deve ser baixa e ter uma grade lateral para que a criança não caia no chão quando estiver dormindo. “Para tornar o novo ninho mais familiar e aconchegante, os pais podem colocar na nova caminha um travesseiro, almofada ou mantinha que ficava com o pequeno no berço”, afirma. 
Não estranhe se seu filho ficar se levantando e saindo da cama várias vezes. Esta atitude faz parte da sensação de liberdade que a criança experimenta quando deixa o berço e pode durar alguns dias até ela se acostumar com a novidade.
Fonte: www.chrisflores.net

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Os riscos das mamadeiras e chupetas customizadas

Estudos mostram que a sucção é um reflexo inato, fisiológico, sendo fundamental, pois além de permitir a alimentação, supre necessidades emocionais. A sucção a ser estimulada é a da amamentação, pois, além de todos os benefícios na proteção contra infecções, desenvolvimento psicológico, orienta um adequado desenvolvimento musculoesquelético do sistema estomatognático. “Mesmo quando a mamadeira é necessária, pela impossibilidade da amamentação, é preciso lembrar que o momento de transição para o uso do copo é por volta dos sete ou oito meses, respeitando o desenvolvimento neurológico da criança”, enfatiza a Dra. Lúcia Coutinho, cirurgiã-dentista e especialista em Odontopediatria.
Quando o assunto é chupeta, especialistas apontam que a utilização não deve acontecer antes do primeiro mês de vida da criança, para não prejudicar o estabelecimento e consolidação do aleitamento materno. Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, o uso de chupeta em crianças brasileiras menores de 12 meses é de 42,6%, e de mamadeira é de 58,4%. A Dra. Rosa Maria Eid Weiler, também especialista em Odontopediatria e mestre e doutora em Ciências Aplicadas à Pediatria, explica que a chupeta pode ser aconselhada na possibilidade de instalação do hábito de sucção de dedo. Para a criança amamentada no peito, pode-se oferecer a chupeta apenas em momentos críticos, como na dificuldade de adormecer, e ela deve ser retirada logo após o início do sono.
Os bicos das chupetas podem ser de silicone ou látex, a parte externa deve ser projetada para que a criança não engula o bico, e os produtos devem ser fáceis de esterilizar. “São realizados vários testes químicos – material e aditivos usados – e físicos, como de resistência à torção, à mordida, ao impacto, etc. Os rótulos são verificados e, passando nos testes, os bicos de mamadeira e chupetas são aprovados pelo Inmetro.  Além da certificação, o Inmetro, em parceria com a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), faz uma fiscalização no país inteiro, e os produtos encontrados sem certificação são apreendidos”, completa a especialista.
Chupetas e mamadeira customizadas
Recentemente o Inmetro anunciou a proibição das famosas mamadeiras e chupetas customizadas, artigos que fizeram muito sucesso durante tempo considerável.
A Dra. Lúcia Coutinho, que também é coordenadora da obra “Odontopediatria para o Pediatra”, alerta que a customização torna os produtos inseguros, com risco de as peças aplicadas, como cristais, soltarem-se durante o uso e manuseio pelo bebê, podendo ser broncoaspiradas. O mau uso dos produtos pode levar a uma pneumonia, insuficiência respiratória e até mesmo ao óbito. Ainda existe a possibilidade de toxicidade por conta da cola utilizada nos enfeites aplicados. “É preciso ressaltar que, com os adornos, a sucção de chupetas acaba por ser mais estimulada, o que não é o objetivo almejado, afinal é exigido pela portaria do Inmetro que os rótulos do bico e da mamadeira devem exibir, de forma legível e de fácil visualização, as seguintes advertências: ‘O Ministério da saúde adverte: a criança que mama no peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta. ‘O uso de mamadeira, bico ou chupeta prejudica o aleitamento materno’”, completa.
É papel fundamental do cirurgião-dentista conscientizar os adultos dos riscos desse tipo de produto, alertando sobre a errada priorização da estética.
Segundo a especialista em Odontopediatria, mestre e doutoranda em Ciências Aplicadas à Pediatria, Dra. Liliana Takaoka, é importante conscientizar os pais e responsáveis sobre a questão dos riscos à saúde da criança, que vão desde asfixia com os produtos que se soltam até toxicidade do material. Eles devem estar cientes que, como responsáveis, podem ser responsabilizados legalmente, caso haja acidentes nesse sentido. “Muitas vezes, os adultos procuram esses produtos com uma demanda estética e não têm ideia do risco a que submetem suas crianças. Alertá-los para isso é bastante efetivo”.
Outro agravante relacionado ao uso dessas chupetas e mamadeiras customizadas é que esses pequenos cristais e adesivos geram certo acúmulo de resíduos entre eles, o que dificulta a limpeza com qualquer um dos métodos para esterilização, deixando a desejar a questão da biossegurança.
Fonte: www.localodonto.com.br
Matéria de autoria de: Vanessa Navarro

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Por que o cabelo de alguns bebês muda de cor?

É curioso ver como pais de cabelo castanho ou muito escuros têm um bebê com o cabelo loiro claro. E inclusive ao contrário, bebês que nasceram loiros terminam ficando com cabelos escuros. 
Por que isso acontece? O que é que determina a cor do cabelo? A resposta está na genética. A cor do cabelo dos pais ou às vezes dos avós ou bisavós é a responsável. A cor é determinada pelo DNA. 



Por que alguns bebês têm o cabelo mais claro

Bebês castanhos, loiros, ruivos, de cabelos pretos... Existe uma infinidade de tonalidades de cabelo. O cabelo tem cor devido a uma substância chamada melanina, que também dá cor à pele e aos olhos. Os genes determinarão a concentração de melanina e isso produzirá uma cor de cabelo ou outro. 
Existem dois tipos de melanina: as eumelaninas, responsáveis pelo cabelo escuro, e as feomelaninas, do cabelo claro. De acordo com os níveis de concentração de cada uma delas, teremos como resultado a cor natural do cabelo. 
Os bebês ao nascerem têm uma menor concentração de melanina, mas à medida que vão crescendo e se expõem ao sol, o número aumenta e assim a cor da pele e do cabelo fica mais intensa. 
Isso também explica por que a cor do cabelo muda à medida que a gente fica mais velha. Na idade adulta diminui a melanina e então o cabelo começa a clarear. É então quando aparecem os grisalhos, ou seja, cabelos sem pigmento. 
A melanina também é responsável com que os bebês tenham olhos azuis ao nascer. A íris do olho, ou seja, a parte colorida tem pouco pigmento, recebeu pouca luz e adquire uma cor azulada. 

O cabelo do recém-nascido

Meu filho nasceu todos com uma boa ‘juba’ de cabelos negros e muito lisos. No entanto, todos foram caindo, dando lugar a outro tipo de cabelo, muito diferente dos que existiam ao nascer. Os hormônios durante a gravidez são os responsáveis por isso, já que age durante a gestação de várias formas, uma delas ativando o crescimento do cabelo do bebê. Depois do nascimento, o efeito desaparece e o cabelo começa a cair e começa a nascer outro. 

O cabelo definitivo do bebê aparecerá entre um ano e um ano e meio, e alguns demoram muito mais em ter cabelo.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Técnicas e Posições para Amamentar

Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe a achar a posição correta para acomodar o bebê e facilitar a pega.

O momento da mamada é único e merece uma preparação toda especial. Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe a achar a posição correta para acomodar o bebê e facilitar a pega.

Existem três posições mais comuns, mas nada impede mãe e bebê de acharem uma forma mais agradável de se acomodar na hora da mamada. “A posição ideal é aquela onde ambos ficam confortáveis, com o bebê alinhado ao corpo da mãe”, diz a Dra. Maria José Mattar.

A posição tradicional é a sentada, onde o bebê fica de frente pra mãe, barriga com barriga, e quanto mais colados estiverem, mais fácil é a amamentação. Na posição sentada inversa, a mãe deve segurar o bebê como se fosse uma bola de futebol americano, colocando o corpinho debaixo de sua axila, com a barriga apoiada nas suas costelas. A mãe apoia o corpo do bebê com o braço e a cabeça com a mão. Essa posição facilita o bebê a pegar uma boa parte da auréola.

Algumas mães, especialmente as que se submetem à cesariana, optam por amamentar os filhos deitadas, onde o bebê fica de frente para a mãe, barriga com barriga.

Dizem que não se deve amamentar o bebê deitado, pois causa infecção nos ouvidos e a Dra. Maria José Mattar explica esse mito. “A boca, o nariz e o ouvido do bebê ainda são retificados e se ele é alimentado com leite artificial, que contém bactérias, a infecção acontece mais facilmente. O leite materno, ao contrário, dá mais proteção a essa mucosa”.

Depois de achar a melhor posição, o primeiro passo é colocar o seio na boca do bebê. Ao tocar o mamilo no lábio inferior do bebê ele abrirá a boca. Nessa hora a mãe deve enfiar o máximo da auréola na sua boquinha, puxando firmemente sua cabeça para a mama.

Independentemente da posição que a mãe escolher para amamentar o bebê, é importante que ela esteja relaxada, confortável e bem apoiada, sem se curvar para frente ou para trás. O bebê, da mesma forma, tem que estar posicionado corretamente, com o corpo junto ao da mãe, na altura da mama, os quadris seguros e o pescoço levemente esticado.

A Dra. Maria José Mattar orienta as mães a esvaziar um pouco a mama antes de dar de mamar quando o seio estiver endurecido. “Se o peito estiver muito cheio a boca do bebê escorrega e ele não consegue segurar o bico”.

Para ter uma boa pega, a boca do bebê deve ser levada em direção ao mamilo, e não o contrário. A mãe deve posicionar o polegar acima da auréola e o indicador abaixo, formando um ‘C’. Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, com os lábios para fora, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito, e as mamadas serão grandes e espaçadas.

Quando for tirar a criança do peito, é bom usar a técnica conhecida popularmente como "técnica do dedo mínimo", onde a mãe coloca o dedo mínimo na boca da criança para enganá-la. Ela aceita trocar o bico do peito pelo dedinho e, assim, não puxa o mamilo da mãe com força. Quando o bebê largar a mama, os mamilos devem estar levemente alongados e redondos.

Amamentação com posicionamento e pega corretos não dói e é um momento bastante agradável para a mãe e para o bebê.

Autor: Paula R. F. Dabus
Texto compilado do site: www.guiadobebe.com.br